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Nick Azevedo
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GREVE
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GREVE
Postada em 16/09/2016 ás 08h32 - atualizada em 16/09/2016 ás 08h39
Sem acordo, greve dos bancários continua
Sem acordo, greve dos bancários continua
Sem acordo, greve dos bancários continua

Foto: Rodolfo Buhrer/Paraná Portal

Sem uma nova proposta da Federação Nacional de Bancos (Fenaban), os bancários decidiram continuar em greve nesta sexta-feira (16). Na oitava rodada de negociação, feita nesta quinta-feira (15), os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.    



“A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”, disse a Fenaban, em nota, no dia 9. Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.



“Os banqueiros agem com total descaso ao tentar impor perdas de 2,39% aos bancários, já que insistem em não repor a inflação, e ainda, desvalorizar os funcionários, sem atender às demais reivindicações. Quem quer redução de salário? É inadmissível que o setor que continua a lucrar tanto, mesmo em tempos de crise, opte por um papel tão nefasto de falta de responsabilidade social com seus funcionários e com a economia do país”, disse Roberto von der Osten, um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.



A greve dos bancários começou terça-feira passada (6). Nesta quinta-feira (15), 12.608 agências e 49 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas em todo o Brasil, segundo o sindicato dos bancários. O número representa 54% das agências no Brasil. A Fenaban não divulgou números.



Clientes



Em razão do anúncio da paralisação dos bancários, o Procon-PR orienta que nenhum prejuízo pode ser imposto ao consumidor. De acordo com secretário de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Artagão Júnior, questões entre empregados e empregadores não podem prejudicar os consumidores. “O consumidor não pode ser prejudicado, porém é importante buscar todos os esclarecimentos a respeito dos pagamentos de faturas, para que mais tarde não venha a ter problemas com os credores”.



O órgão de defesa de consumidor orienta que, se algum consumidor tiver qualquer prejuízo, deve formalizar reclamação no Procon-PR, podendo também utilizar a plataforma para reclamar. Claudia Silvano, diretora do Procon-PR, esclarece ainda que cabe ao credor disponibilizar meios alternativos de pagamento para o consumidor, evitando assim a cobrança de juros ou outros encargos.



É importante, todavia, lembrar que existem opções para realização de algumas transações como pagamentos, por exemplo, que podem ser feitos pela Internet, lotéricas, farmácias, mercados e outros.



O consumidor deve ficar atento aos prazos de vencimento das contas. De acordo com a orientação do Fenaban, as pessoas que têm contas atrasadas de tarifas públicas como água, telefone, e energia, devem ligar para as empresas e negociar uma forma de pagamento. O consumidor que tem conta para pagar e não dispõe de cartão para uso do caixa eletrônico, pode recorrer às agências lotéricas e até mesmo lojas de departamentos que aceitem pagamentos.



 


FONTE: http://www.tarobalondrina.com.br/
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